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novos_di_eitos_do_consumido_de_telecomunicacoes

external site As novas regras previstas no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações, aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), começam a valer.(Image: https://dicasdelisboa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ondecomprariphoneemlisboa.jpeg) Quais são os novos direitos do consumidor? Nessa área reservada na internet, o consumidor poderá ter ainda um relatório detalhado, com informações como o número chamado, com a área de registro, data e horário das comunicações. O volume diário de dados trafegados e os limites de franquias também devem ser informados, assim como o valor da chamada, da conexão de dados ou da mensagem enviada. De acordo com o regulamento, que vale para empresas de telefonias fixa e móvel, internet e TVs por assinatura, as prestadoras também deverão disponibilizar na internet um mecanismo de comparação de planos de serviços e ofertas promocionais.

Nesse caso, o cliente poderá ter acesso ao seu perfil de consumo, o que permitirá saber como usar os serviços de telecomunicações contratados, os planos e promoções oferecidos e escolher de forma consciente aquele que lhe parecer mais interessante. A prestadora será obrigada a elaborar uma conta, de forma clara e uniforme, para que o consumidor possa compreender o que está sendo cobrado. O documento deve conter, por exemplo, a identificação do período que compreende a cobrança e o valor total de cada serviço, as facilidades cobradas, bem como de promoções e descontos, além da identificação de multas, juros e tributos. Outra determinação que passa a valer é a obrigação de a prestadora gravar todas as ligações entre ela e o consumidor, independentemente de quem tenha feito a ligação. Caso o consumidor solicite uma cópia da gravação, a prestadora deve disponibilizá-la em, no máximo, dez dias. O pedido pode ser feito em qualquer um dos canais de atendimento da prestadora. O regulamento foi aprovado no início do ano passado pela Anatel e estabelecia prazos para que cada determinação começasse a valer.

Ao fazer uma pausa, você pode falar com mais calma e sabedoria: o silêncio pode ser o espaço entre uma explosão inútil de sentimento e uma resposta ponderada. Isso também mostra confiança em um argumento. Mas, além de nos ajudar a derrotar um adversário, ele pode nos ajudar a fortalecer nossos relacionamentos. Ao ficar em silêncio, você está naturalmente ouvindo mais e dando aos outros a oportunidade de compartilhar. Em 2013, a bióloga Imke Kirste estava testando os efeitos do som nos cérebros dos ratos. Os resultados foram surpreendentes: os sons não tiveram impacto duradouro, mas duas horas de silêncio por dia estimularam o desenvolvimento celular no hipocampo —a parte do cérebro que ajuda a formar as memórias.

Não era o som em si, mas a própria ausência que criava novas células no cérebro dos ratos. Embora o crescimento de novas células cerebrais não tivesse necessariamente benefícios para a saúde, essas células pareciam se tornar neurônios funcionais. Se uma ligação entre o silêncio e a geração de neurônios puder ser estabelecida em humanos também, há uma chance de que o silêncio possa ser usado para ajudar pacientes com condições como demência e depressão. Mas, em vez de encontrar satisfação, ele afirma que essa forma de ruído gera ansiedade e sentimentos negativos. Erling, “é o oposto de tudo isso. É sobre entrar no que você está fazendo, e não viver com outras pessoas e outras coisas”. Pode ser um pensamento assustador, mas tente um jejum tecnológico de algumas horas.

Conquiste estas rupturas devagar até que você possa passar um dia inteiro sem seu telefone ou tablet e veja como você se sente depois dessa experiência. A enfermeira britânica Florence Nightingale escreveu que “o ruído desnecessário é a mais cruel ausência de cuidados que pode ser infligida a pessoas doentes”. Ela argumentava que todo som desnecessário poderia causar temor, angústia e perda de sono para pacientes em recuperação. A pesquisa moderna apoia os pontos de vista dela elaborados no século 19: foram descobertas correlações entre pressão alta e ruído crônico —como o de estradas e aeroportos. O ruído também pode resultar em níveis elevados de estresse —acredita-se que as ondas sonoras ativam a amígdala, que está associada à formação da memória e à emoção, causando uma liberação de hormônios do estresse. Esse processo pode ocorrer mesmo enquanto dormimos.

Com tanta variedade de modelos e preços no mercado, escolher um novo smartphone tornou-se tarefa difícil até mesmo para os mais entendidos no assunto. Afinal de contas, é melhor levar um aparelho com Android ou com iOS? Como saber se a câmera aparelho é boa? Será que a bateria vai durar até o fim do dia? Além desses requisitos, será que o aparelho tem espaço de armazenamento suficiente para todas as fotos e vídeos baixadas de grupos de Whatsapp? Hoje, segundo o site Statista, cerca de 36% da população mundial tem um smartphone para chamar de seu, e essa proporção cresce cada vez mais rapidamente. De acordo com a consultoria IDC, 1,49 bilhão de unidades foram despachadas pelas fabricantes em 2018 - boa parte disso para substituir aparelhos que se tornaram obsoletos com o tempo.

É exatamente para quem está prestes a encarar a missão de trocar de smartphone que essa guia de destina. Cada vez mais as pessoas consomem conteúdo em vídeo nos seus dispositivos móveis. Por isso mesmo, a tela virou fator decisivo na compra de um novo smartphone. Uma característica importante a se avaliar nesse quesito é o tamanho. Primeiro é preciso saber se a pessoa se dá bem com aparelhos grandões. Em caso positivo, existem opções de até 6,2 polegadas que agradam na hora de assistir a uma maratona de vídeos no YouTube ou Netflix. Mas se a mão é pequena ou o usuário não gosta de aparelhos gigantes, é melhor escolher um aparelho menorzinho.

O grande segredo, aqui, está na resolução. Na medida do possível, fuja das telas HD e procure pelo menos por uma resolução FullHD (1920×1080 pixels). Os smartphones mais completos já têm resolução quad-HD (2560 x 1440 pixels) e alguns já oferecem, inclusive, resolução 4K (3840 x 2160).(Image: https://1.bp.blogspot.com/-pvNPE8VFq2k/WrmQrbn9Y1I/AAAAAAAAGlw/nIjwDIANcxMiThGU0NrVT5ST88SkQ95RgCLcBGAs/s1600/Cómo20de20a20llamar20México20Portugal.jpg) Em resumo, quanto maior a resolução, mais definida será a imagem. Mas isso não é tudo: uma boa imagem é composta por um conjunto de fatores que vão além da simples quantidade de pixels. Por isso, também preste atenção no brilho máximo da tela (você quer enxergá-la na rua, debaixo do sol forte, certo?), na qualidade das cores, na tecnologia empregada e nos ângulos de visão.

Na medida do possível, sempre vá a uma loja e experimente o aparelho em mãos antes de passar o cartão de crédito. Se tem algo que irrita qualquer pessoa é uma bateria que não consegue manter o smartphone ligado até o final do dia. A capacidade de carga de um aparelho é medida em miliampères (mAh) e, em resumo, quanto maior esse número, mais energia o aparelho é capaz de armazenar. Portanto, escolha aparelhos com baterias de 3.000 mAh no mínimo. Mas muitos fatores - incluindo o tamanho da tela, o modelo do processador e a versão do sistema operacional - podem fazer com que o consumo seja maior ou menor.

Telas maiores costumam consumir mais, assim como processadores e sistemas operacionais mais antigos. Uma outra dica bacana aqui é pesquisar se o smartphone oferece o sistema de fast charge ou carga rápida. Se for para andar com o carregador para cima e para baixo, que pelo menos ele faça o trabalho de recarga rapidinho!(Image: https://cdn-yams.schibsted.com/api/v1/adimgs/images/5262138048-iphone-5s-16-gb.jpg?rule\u003dgallery) Aquele smartphone comprado há dois anos não consegue hoje nem mais abrir o Whatsapp sem dar uma travada. A culpa, nesse caso, é do processador fraquinho e/ou da pouca quantidade de memória RAM. Fazendo uma analogia simples, o processador é como se fosse o cérebro do smartphone. Quanto melhor o processador, mais rápido o aparelho pensa.

E de nada adianta um bom cérebro se ele não tiver memória suficiente para lembrar do que foi processado, não é mesmo? Por isso, é melhor fujir de processadores dual-core e invista em aparelhos que sejam, pelo menos, quad-core. Os termos dual e quad significam dois e quatro, respectivamente. Já core significa núcleo. Em resumo, um processador quad-core tem quatro núcleos de processamento. É como se ele pensasse duas vezes mais rapidamente que os dual-core. Os chips mais avançados são octa-core (oito núcleos) e processam ainda mais informações por segundo. Além da quantidade de núcleos, outra característica que faz diferença é a velocidade do processador, medida em GHz.

Quanto maior o número (1,8 GHz, 2 GHz, 2,2 GHz), mais rápido é o processador. Outra dica importante é fugir de smartphones com menos de 2 GB de memória. Esse é o limite mínimo para que ele possa oferecer uma boa experiência a essa altura do campeonato. Essas especificações são válidas para aparelhos Android. É que o sistema da Apple é mais otimizado e desenvolvido para rodar em apenas um tipo de smartphone (no caso o iPhone, contra centenas de modelos Android diferentes). Por isso, o iPhone tem especificações menos robustas mas, nem por isso, deixa de ser bem esperto.

novos_di_eitos_do_consumido_de_telecomunicacoes.txt · Dernière modification: 2019/02/27 13:44 par anjajordan